terça-feira, 5 de abril de 2011

Todas as Vozes - Chapa 2 - DCE UEPA


Dia 6 de abril vote: Chapa 2 "Todas as Vozes" nas eleições do DCE da Universidade do Estado do Pará  (UEPA) e venha conosco, lutar por uma Universidade realmente publica, gratuita e de qualidade. TODAS AS VOZES ECOANDO POR UMA UNIVERSIDADE MELHOR.

Leia o manifesto da chapa: http://todasasvozeschapa2.blogspot.com/2011/03/carta-manifesto-da-chapa-2.html

Audiência pública sobre Belo Monte será no dia 07, em Belém



No próximo dia 07, quinta-feira, integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara Federal, estarão em Belém para participar da audiência pública que vai discutir a situação das famílias residentes na área de abrangência onde será instalada a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A audiência foi solicitada pelo deputado federal, Arnaldo Jordy (PPS/PA), vice-presidente da Comissão. O evento será realizado no auditório da Assembléia Legislativa, a partir das 14 horas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Estudantes manifestam-se contra barragem de Belo Monte à chegada de Dilma e Lula

      Estudantes de Coimbra protestam contra a construção de Belo Monte durante visita de Dilma a Portugal


A presidente do Brasil e o ex-chefe de Estado brasileiro tinham hoje à sua espera, na Universidade de Coimbra, uma pequena manifestação de estudantes contra a construção da barragem de Belo Monte.

"Em defesa da Amazónia - Dilma pare a barragem do Belo Monte" era o que se lia numa faixa que empunhavam à porta da universidade. Em declarações à Agência Lusa, Alexandra Silva, estudante brasileira a tirar um doutoramento em Coimbra disse que esta era a forma dos cerca de 15 estudantes brasileiros "e alguns portugueses" mostrarem a sua preocupação com a construção daquela barragem.

"Estamos preocupados com os impactos ambientais que especialistas consideram irreversíveis", disse. Alexandra Silva lembrou que aquela barragem "viola direitos indígenas e direitos ambientais" e lamentou que esteja a ser construída depois de "mais de 30 anos de luta por parte dos movimentos indígenas".

A Lula da Silva os estudantes conseguiram entregar um panfleto onde expõem os motivos do protesto. Por seu lado, a presidente Dilma Rousseff, foi recebida com gritos de que "água e energia não são mercadoria".


Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1818649

segunda-feira, 28 de março de 2011

28 de março de 1968: Assassinato do estudante Edson Luís



O estudante Edson Luís de Lima Souto nasceu em Belém do Pará, em 24 de fevereiro de 1950, e morreu no Rio de Janeiro, em 28 de março de 1968, assassinado pela Polícia Militar durante uma manifestação estudantil no Restaurante Calabouço, no centro da cidade. Edson Luís foi a primeira vítima da Ditadura Militar nas mobilizações estudantis contra o regime em 1968. De origem pobre, iniciou seus estudos na Escola Estadual Augusto Meira, em Belém, e mudou-se para o Rio para fazer o segundo grau no Instituto Cooperativo de Ensino, que funcionava no restaurante Calabouço.

Na sexta-feira, 28 de março de 1968, os estudantes estavam organizando uma passeata relâmpago para protestar contra a alta do preço da comida no restaurante, o que deveria acontecer no final da tarde do mesmo dia. Por volta das seis da tarde, a Polícia Militar chegou ao local e dispersou os estudantes que estavam na frente do restaurante estudantil. Os estudantes se refugiaram no interior do restaurante e responderam à violência policial com paus e pedras. A reação dos estudantes obrigou os policiais a recuar, deixando a rua deserta. Mas os policiais retornaram em seguida e tiros foram disparados do Edifício da Legião Brasileira de Assistência, provocando pânico entre os manifestantes, que fugiram.

Os policiais invadiram o restaurante e, nesta ocasião, comandante da tropa da PM, aspirante Aloísio Raposo, atirou e matou o secundarista Edson Luís, alvejando-o com um disparo de arma de fogo a queima roupa na região toráxica. Outro estudante, Benedito Frazão Dutra, também ferido a bala, foi levado para o hospital, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

Os estudantes conseguiram resgatar o corpo de Edson Luís, o estudante assassinado, e o carregaram em passeata pelo centro do Rio até as escadarias da então Assembléia Legislativa, na Cinelândia (atual prédio da Câmara Municipal), onde foi velado. A necrópsia foi feita no próprio local pelos médicos Nilo Ramos de Assis e Ivan Nogueira Bastos, sob o cerco da Polícia Militar e de agentes do DOPS.

Do velório até a missa na Igreja da Candelária, em 2 de abril, foram mobilizados protestos em todo o país.

Em São Paulo, quatro mil estudantes fizeram uma manifestação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Também foram realizadas manifestações no Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade do Largo de São Francisco, na Escola Politécnica da USP e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

No Rio de Janeiro, a cidade parou no dia do enterro. Para expressar seu protesto, os cinemas da Cinelândia amanheceram anunciando três filmes: "A noite dos Generais", "À queima roupa" e "Coração de Luto". Com faixas, cartazes e palavras-de-ordem, a população protestava: "Bala mata fome?", "Os velhos no poder, os jovens no caixão", "Mataram um estudante. E se fosse seu filho?" e "PM = Pode Matar". Edson Luis foi enterrado ao som do Hino Nacional brasileiro, cantado pela multidão.

Na manhã de 4 de abril, foi realizada a missa de sétimo dia de Edson Luís na Igreja da Candelária. Ao término da cerimônia religiosa, as pessoas que deixavam a igreja foram cercadas e atacadas pela cavalaria da Polícia Militar a golpes de sabre. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Outra missa seria realizada na noite do mesmo dia. O governo militar a proibira, mas o vigário-geral do Rio de Janeiro, D. Castro Pinto, a realizou assim mesmo. Cerca de seiscentas pessoas compareceram.

Temendo a repetição do massacre ocorrido pela manhã, os sacerdotes pediram que ninguém saísse da igreja. Do lado de fora havia três fileiras da cavalaria da PM, com os sabres desembainhados, e mais atrás estavam o Corpo de Fuzileiros Navais e agentes do DOPS.

Num ato de coragem, os clérigos saíram à frente, de mãos dadas, fazendo um "corredor" da porta da igreja até a avenida Rio Branco, para que todos os que estavam na igreja pudessam sair com segurança. A cavalaria da PM aguardou que todos saíssem para os encurralar nas ruas mais adiante. Novamente o saldo foi de dezenas de pessoas feridas.

Em 28 de março de 2008, quarenta anos depois, uma estátua foi inaugurada na Praça Ana Amélia, esquina da Avenida Churchill com a Rua Santa Luzia, em homenagem ao mártir Edson Luís.


domingo, 20 de março de 2011

Pela libertação dos 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Obama ao Brasil



Lista dos presos: 

Gilberto Silva - eletricista 
Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE 
Pâmela Rossi - professora do estado e casada 
Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça 
Yuri Proença da Costa - carteiro dos Correios 
Gualberto Tinoco - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE 
Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ 
Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE UFRJ 

José Eduardo BRAUNSCHWEIGER - advogado
Andriev Martins Santos - estudante UFF
João Paulo - estudante Colégio Pedro II
Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil
Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica


Libertação imediata dos 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Barack Obama ao Brasil. » CLIQUE E ASSINE: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PSTU

A democracia de Obama, Dilma e Cabral é #fail




LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DO GOVERNO DILMA E SERGIO CABRAL JÁ!


OBAMA, GO HOME! TIRE AS PATAS DO PRÉ-SAL!

LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DO GOVERNO DILMA E SERGIO CABRAL


Abaixo-assinado Libertação imediata dos 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Barack Obama ao Brasil.
Para:Sec. de Segurança; Sec. da Presidente da República; Sec. do Sérgio CabralNós abaixo assinados protestamos contra a prisão de 13 ativistas que participavam de uma manifestação pacífica contra a visita de Barack Obama ao país. A existência de presos políticos é um claro atentado contra as liberdades democráticas no país. Exigimos a libertação imediata e a revogação de todas as acusações.


Lista dos presos: 

Gilberto Silva - eletricista 
Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE 
Pâmela Rossi - professora do estado e casada 
Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça 
Yuri Proença da Costa - carteiro dos Correios 
Gualberto Tinoco - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE 
Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ 
Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE UFRJ 
José Eduardo BRAUNSCHWEIGER - advogado
Andriev Martins Santos - estudante UFF
João Paulo - estudante Colégio Pedro II
Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil
Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica

Os signatários

Libertação imediata dos 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Barack Obama ao Brasil. » CLIQUE E ASSINE: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PSTU